Jornal Menongue Informativo


Sobre os Serviços de Proteção Civil e Bombeiros do Cuando Cubango.

Contribuindo no que diz respeito em corrigir o que esta mal e melhorar o que esta bem, ainda que Angola não tenha nada o que esta bem, quero apresentar a quem de direito e sobretudo a Direção Nacional ou Geral dos Serviços de proteção civil e Bombeiros. Os factos pelas quais os serviços de proteção civil e bombeiros enfrentam, desde que chegou chegou o novo dirigente deste órgão, o Comissário Fernando António Gunza em Menongue, existe relatos de bens que foram confinados e foram levados de Menongue para o Namibe, onde reside sua família, são bens que vão desde a comida até às viaturas que eram destinadas ao serviço ou apoio da instituição.

Tractores:
Dos três que o órgão tinha, 2 tratores foram desviados, ficando apenas 1 de cor vermelha estacionado no Quartel Principal.

 Unimogues:
Haviam três Unimogues de cor brancas, e os mesmo foram desviados.

Carrinha Toyota Land cruiser Pickup:
Esta carrinha, de cor branca, com matricula LD-71-32-FG, faz exclusivamente o trabalho particular do Comissário Gunza e tem sido ela que desempenha a transportação de alguma logística alimentar de Menongue ao Namibe.Tem sido conduzida pelo seu motorista pessoal de nome Victor, esta viatura seria para apoiar os trabalhos no quadro da protecção civil, mas o Sr. Comandante Gunza particularizou a mesma, deixando os operativos sem transporte… Havendo desastres naturais, os operativos andam a pé para obterem dados sobre…
Tínhamos duas ambulâncias, e uma apresentou pequena avaria e o Comandante ofereceu ao seu mecânico em Menongue, a outra ambulância Santana, ofereceu ao chefe dos transportes dos Bombeiros.
A algumas semanas, uma Senhora morreu na barragem do Cuito Cuanavale, e não tínhamos meios para irmos lá e remover o corpo, a família teve de arranjar uma viatura que nós tivemos que usar.
Neste momento, tirando o caminhão de bombeiro, não há nenhuma viatura para o trabalho.
O quartel chega a receber cerca de 1000 a 2000 litros de combustível, e tudo é desviado para destino desconhecido…
Moto bombas:
5 moto bombas, sendo 2 Yamahas,2 Honda e uma cujo a marca não são revelada mas inserida como sendo a maior das 5,foram levadas para Matala ou Namibe, colocada ao serviço de uma tal fazenda pertencente ao Sr. Comandante Gunza.
As condições de trabalho ou funcionamento tanto na direção do comando do serviço de proteção e bombeiros, no quartel principal de Menongue não são aceitáveis, os turnos de serviço de 24/24, para terem refeições rezáveis, têm feito contribuições, a alimentação, (fuba, arroz, franco, e outro tipo de conservas) são constantemente transportados para o Namibe, deixando a tropa sem alimentação. Antes do dia 25 de Dezembro de 2017, o Comandante Gunza orientou que se vendesse 10 caixas de costeletas na razão de 4.000 kzs por cada caixa, isto no quartel principal, os próprios bombeiros a quem a alimentação foi destinada tiveram de comprar ate mesmo o sal para o consumo em refeições, quando estão de serviço, os operativos tem de comprar mas o stock de proteção civil exclusiva do Comandante Gunza. O seu 2º comandante Abel Mutango, não tem voz nem autoridade, o mesmo nem se quer viatura de trabalho tem; anda de um Corola em mau estado, nem mesmo o Comandante Felix do quartel principal, mas este ainda, tem sido o homem com pulso que consegue impor-se a determinadas situações de mal funcionamento, mas evita tratar e ter colisão com o Comandante Gunza, afirmando apenas que o tempo há de ditar o pêndulo de honestidade da balança. Cosas de banho entupidas, algumas secções sem fortes fechaduras, cozinha e refeitórios sem condições e sempre que se fala em reorganização destes sectores, a direção apontada sempre uma contribuição. Em 2016, para a realização da cerimonia da data do dia do serviço de proteção de bombeiros, o Comandante Gunza obrigou que se fizesse uma contribuição cujo valor partisse de 10.000,00 kzs para cada oficial e todo aquele que se negasse em faze-lo, não teria férias. Atualmente colocou 5 efetivos na fronteira para construção da sua residência sendo, Daniel Pedro-mergulhador, Lucas Daniel Ndala mergulhador, Nelson Estêvão chamba mergulhador, Icão André Calenga separador e pascoal Fernando separador respectivamente. Estes bombeiros apenas recebem comida para refeições enquanto estão no trabalho, não tem salário pela obra que estão a fazer, a prestação de seu trabalho ao Estado esta reduzido a construção de residência do Sr. Comandante Gunza que apesar de ter bom salário não consegue encontrar construtores que deviam construir a sua casa senão recorrer a mão barata de humildes funcionários bombeiros há muito que se diga, mas desaforo a quem de direito mandar averiguar as questões estampadas nesse relato e estou certo que mais irregularidades graves hão-de encontrar. Se pretendermos corrigir o que esta mal, aqui estão os dados que permitem faze-los a luz do dia.

Menongue, 14 de Janeiro de 2018
A voz do Silêncio     

(Nota enviada a redação do Jornal Menongue Informativo)
                                     
 Há vários reclusos doentes sem assistência medicamentosa. O Senhor Bernardo Ndala, de 38 anos de idade, detidos a 7 meses, os estados de saúde dele é preocupante. Este senhor, em cada segundo vai defecando, o mesmo não lhe dão assistência medicamentosa e nem é levado para um hospital. Simplesmente foi colocado na cela 4, onde todos os doentes graves são colocados até que morram. O estabelecimento prisional do Cuando Cubango, não tem viaturas para evacuar os reclusos gravemente doentes, causando a morte de vários reclusos. Segundo, alguns que nos contactaram, 2016 foi o ano em que morreram muitos reclusos. Havia uma media de 3 a 5 mortes por semana, sob olhar atento da Direcção daquele estabelecimento prisional. Por exemplo, o Senhor Moises Kassela, mais conhecido por Kalai, de 27 anos de idade, chegou a perder a vida, tudo porque lhe foi negado a assistência medica e medicamentosa. Este é apenas um dos vários casos. Há reclusos com várias patologias, tal como muita dor de cabeça, dor de barriga, dor de estômago, infecção urinária e outras patologias, todos sem assistência medicamento. O posto médico, não tem equipamentos e quando reclusos queixam-se, vão ao posto e não fazem nenhuma análise, simplesmente fazem algumas perguntas sobre o que sentes e passam uma receita, que serve apenas para ficar no bolso, pois os reclusos são mesmo reclusos e não têm como comprar os tais medicamentos. Segundo, um dos enfermeiros do mesmo posto, garantiu-nos que já estão a 4 meses sem verem os medicamentos destinados para o Posto médico da Comarca. Há rumores de que os mesmo são desviados para uma farmácia privada, de altas patentes do Comando Provincial da Polícia Nacional no Cuando Cubango. Por tanto, isso é só um pouco sobre o que se passa ali.
Sempre que morre um recluso, os Serviços Prisionais, realizam funerais sem o consentimento das Famílias.

As condições da Comarca são precárias. Das várias celas que aquele estabelecimento prisional tem, apenas 4 têm casas de banhos com condições mínimas. As restantes estão entupidas a quase 1 ano. A água que se usa, é retirada directamente do Rio Cuebe, através de uma electrobomba, e há vezes que a mesma água vem com muito lixo. As celas estão super-lotadas. Celas para 14 reclusos, tem mais de 28. Celas de 24 reclusos, tem mais de 50.

Felisberta Chimela Samakuva é filha de Henrique Ngola Samakuva e de Rosilha Ani Ulundo, nasceu aos 3 de Junho de 1941, no então Centro Evangélico da Chiúca, em Catabola. Seu pai encontrava-se, então, colocado nesse Centro Evangélico como professor.
Tendo este deixado a vida de professor e ter encontrado emprego no Estado, indo por isso viver na então cidade de Silva Porto, a então menina Felizberta fez os seus primeiros estudos no que é hoje cidade do Kuito. Continuou os mesmos estudos nas Missão Evangélicas de Camundongo e posteriormente na Chissamba, pois anos depois seu pai aceitara o convite de de ir fazer o curso teológico e voltar a trabalhar para a Igreja para aí servir, posteriormente, como pastor evangélico.
Terminados os seus estudos primários, em 1955 a Felizberta Chimela seguiu, como era de costume de então, para a Escola Means do Dôndi, situada a uns poucos quilómetros a norte da Bela Vista, actual Kachiungo. Aí completou os quatro anos que eram exigidos nessa prestigiosa Escola de formação integral que, na realidade, formava meninas académica e profissionalmente.
Regressada à Missão Evangélica da Chissamba, trabalhou como professora do ensino primário mas pouco tempo depois, decidiu continuar os seus estudos, concluindo, dois anos depois, o primeiro ciclo do Ensino Liceal.
Em 1959, a então senhorita Felizberta Chimela, voltou ao ensino como professora mas por pouco tempo, pois o seu marido com quem contraíra casamento, fora convocado para o Serviço Militar, pelo que teve que indo residir, ao pé dele, na então cidade de Nova Lisboa, agora Huambo.
Em 1974, quando se deu o golpe que terminou com a ditadura em Portugal, Felizberta Chimela vivia no Cuima, Munícipio da Caála, onde seu marido era Administrador de Posto e foi daí que ela partiu para se juntar ao seu marido, então oficial das FALA, no que era, para a UNITA, a região Militar 89. Começou, assim, uma caminhada que lhe valeu muitas peripécias. 
De facto, em 1979, a mamã Felizberta Chimela viveu uma dessas peripécias. Foi capturada pelas FAPLAs, nas redondezas da comuna do Muinha, município da Camakupa, quando a coluna militar em que viajava com destino ao sul do País, onde se encontrava destacado, como comandante militar, seu marido. A sua filha de 4 anos com que viajava foi dada por desaparecida depois do ataque tendo sido encontrada por militares das FALA, ainda escondida no milheiro, apenas dois dias depois.
Levada para Camacupa, primeiro e Huambo, mais tarde, Felizberta Chimela aí residiu, acolhida por uma das suas irmãs mais novas. Durante a sua estadia no Huambo, prestou serviços à Igreja Congregacional no Huambo, onde granjeou muita simpatia e amizade.
Ao longo desses três anos de estadia no Huambo, continuou com a sua vontade de resistir ás políticas monopartidárias e estabeleceu contacto com as redes clandestinas da UNITA, tendo conseguido assim ser “pescada” de novo para as zonas sob o controlo da UNITA. Foi enviada à Jamba, onde se juntou ao seu marido em 1972. 
Em 1994, já durante o conflito pós-eleitoral, Felizberta Chimela deixou a Jamba para o Bailundo onde viveu até o reacender da guerra em 1999. Terminada esta fase, em 2002, passou a viver ora em Luanda, onde tinha seus familiares próximos, incluindo seus filhos, ora no Bié, pelas mesmas razões.
Mulher devota e patriota, autodidacta, conhecedora dos seus familiares, Felizberta Chimela era uma lutadora. Não se deixava vencer nem desanimar facilmente. No seio da família era conhecida pelo nome de Mãe Grande.
Perdeu seu marido há já quatro anos e deixa dois filhos e três netos. 
Há pouco menos de três semanas, começou a ter problemas de garganta e, nos exames que fez com médicos locais que sugeriram mandá-la para o exterior do País, veio a descobrir-se, já em Windhoek que se tratava de um tumor maligno já em situação irreversível.
Faleceu no Domingo, dia 7 de Maio, em Windhoek
Paz à sua alma.
Luanda, aos 9 d Maio de 2017.-

Um cidadão identificado por Severiano Tchivinda, de 31 anos de idade, natural do Huambo, foi detido hoje, segunda-feira, em Menongue, sede capital do Cuando Cubango, depois de ter decapitado duas jovens em um mês.
O comandante provincial da Polícia Nacional e Delegado do Ministério do Interior no Cuando Cubango, Comissário Domingos Ferreira de Andrade, afirmou tratar-se de um crime repugnante e é o segundo em pouco mais de 30 dias.
Destacou o esforço da PN no encalço do criminoso, tendo admitido que foi necessário um esforço operativo bastante profundo para que fosse encontrado o autor dos crimes, que tem aterrorizado a população.
Sublinhou que o crime não compensa, tendo apelado à população e a sociedade no sentido de se manter tranquila porque a PN continua a exercer a função de vigilância e patrulhamento para garantir a segurança e tranquilidade aos cidadãos.
“ As cabeças foram encontradas na residência do cidadão. O segundo caso ocorreu na madrugada desta segunda-feira e a investigação criminal não poupou esforço e seguindo os indicadores e pistas, chegou até ao autor”, explicou.



Destacou ainda o papel e colaboração da população, no exercício de garantir a tranquilidade e segurança aos cidadãos, apelando-a deste modo no sentido de continuar a colaborar com a corporação, denunciando todos os casos duvidosos e que manifestam intenções de actuar à margem da lei.
Neste último crime, o autor esclareceu que controlou a menina que saía de um local de convívio acompanhada do namorado, tendo afirmado que ao desferir o primeiro golpe com uma catana, o namorado desta pôs-se em fuga em busca de socorro.
 O autor confessou o crime, alegando que praticou tal acção porque as mesmas faziam trabalhos de prostituição.
“ Matei no bairro Paz junto a antena da UNITEL, frente a igreja Bom-Deus, porque estavam a fazer prostituição e acompanhei o movimento e depois segui a vítima até ao local da morte”, confessou.
Questionado a razão de manter as cabeças em casa, respondeu: “Fico com as cabeças porque sei que os nossos reis viviam com as cabeças das pessoas nas suas próprias casas. Senão fosse capturado "teria guardado as cabeças na minha casa, porque o dinheiro tem símbolo da cabeça”, garantiu.
Aterrorizada com a situação, Joana Malãvoloneque, vizinha do acusado, informou que no dia 4 de Abril de 2016, viu a cabeça do seu pai ser gravemente ferida, depois de o acusado o ter tentado igualmente decapitar.
“ Queria cortar a cabeça do pai, mas como os rapazes chegaram cedo e o encontraram a praticar o acto, não conseguiu os seus intentos, mas as mazelas no pai ainda continuam”, lamentou.
Contou que naquele dia, o criminoso mascarou-se com um vestido e levava duas facas. Quando eram 18 horas, tentou consumar o acto e no mesmo dia violou uma senhora.
“Não pode voltar mais, queríamos que acabassem com ele (…). É mau, não saúda ninguém, ninguém lhe dá confiança, façam justiça por favor (…) a fama dele de assassino é antiga. No bairro, ele passa a vida a lutar e a bater nos outros”, desabafou a jovem visivelmente consternada.
De acordo com o relato de Maria da Conceição, igualmente vizinha, o acusado foi abandonado pela mulher por causa do seu comportamento agressivo.
Referiu que o homicida não tem amigos no bairro e quem o saúda é respondido com insultos, dizendo que não tem família por isso não quer saber da saudação de ninguém.

Uma delegação do Secretariado Provincial da UNITA no Cuando Cubango, chefiada pelo Secretário Provincial para Organização Senhor Joaquim  Sapondo, acompanhado pelos Senhores, Timóteo Tchikwekwe, Secretário Provincial para os Assuntos Eleitorais, Júlio Kambongue, Secretário Provincial Adjunto para Comunicação e Marketing e pelo Senhor Filipe Sakuanda, Chefe do Gabinete dos Assuntos Eleitorais, foi hoje recebida pelo Director Provincial dos Registos no Cuando Cubango. O encontro que decorreu nas instalações da Direcção Provincial dos Registos em Menongue, serviu para apresentar algumas preocupações que têm haver com o processo de registo eleitoral, pese embora o MAT tenha entregue hoje o FICRE à CNE. Nesta Província, mais de 2000 cidadãos têm dois a três cartões de eleitores.
Houve áreas em que as Brigadas passaram, e fizeram o registo, mas não entregaram os cartões. Sobre este assunto, o Director Provincial dos Registos no Cuando Cubango Senhor José Martins, adiantou à delegação da UNITA, que por escassez de logística, tiveram que priorizar apenas os registos e a impressão dos cartões para mais tarde. O Director dos Registos, disse ainda que a nível da Província, mais 9000 cartões não foram entregues aos proprietários, dos quais mais de 7000 são do Município de Menongue. “Achamos que o mais importante era registar as pessoas, e não entregar os cartões na hora, até porque  os mesmo cartões podem ser entregues até 1 dia antes das Eleições”. Disse
O encontro durou pouco mais de uma hora.

Menongue-O Secretário Provincial da UNITA no Cuando Cubango Adriano Abel Sapinala, recebeu na manhã desta quinta-feira 23 de Março de 2017, Estudantes do ensino médio que vieram informar-se sobre os programas da UNITA e sobre a batalha do Cuito Cuianavale.
Na ocasião, os estudantes manifestaram o seu apoio total a UNITA e garantiram a sua presença no acto de massas que marcará o encerramento do cinquentenário e a celebração do 51º aniversário da UNITA, que será presidido pelo Vice-presidente da UNITA Dr. Raul Danda.





O Secretário Provincial da UNITA no Cuando Cubango Adriano Sapiñala, constatou na tarde desta Quarta-feira, 22 de Março, as condições que o Estádio Municipal de Menongue oferece para a realização do grandioso acto de massas que será presidido pelo Vice-presidente da UNITA Dr. Raúl Danda. O mesmo estádio, foi sugerido pelo Administrador Municipal de Menongue, Fernando Kassanga.Depois de ter estado no Estádio Municipal de Menongue, o Secretário Provincial da UNITA no Cuando Cubango, também constatou as condições do Campo da Banca.

SOBRE A DETENÇÃO DE DIRIGENTES DA UNITA NO CUANDO CUBANGO.

Fomos detidos no dia 2 de março do ano em curso, pelo Comandante Municipal da Policia Nacional em Menongue, Senhor José Francisco `` Koboy`` e pelo Director Provincial Adjunto dos Serviços de Investigação Criminal Job de Almeida, quando tentavamos saber sobre os nossos dirigentes que haviam sido detidos pelo Comandante Cesar, depois de terem apanhado o Militante do mpla que tivera danificado a bandeira da UNITA. Eu, Júlio Kambongue, o Jovem Abrão Edvaldo e o Senhor José Kassinda, fomos brutalmente agredidos pelo Comandante Koboy e posteriormente detidos. Tudo começou quando fomos informados de que havia um cidadão que tinha partido o Mastro da Bandeira da UNITA e havia danificado a mesma. Em seguida o Secretario Mandatou-nos para irmos ao terreno e constatar o que se passava e levar o Cidadão a Unidade Policial mais proxima. Pegamos na Viatura do Secretario Provincial da UNITA no Cuando Cubango, e metemo-nos a caminho. Assim que iamos se aproximando do local onde aconteceu o episódio, vimos a viatura da Polícia a levar os Dirigentes do Comité Local da UNITA no Chivonde, e nós entendemos manobrar a viatura e segui-los para junto deles entender as razões da detenção dos dirigentes da UNITA e em seguida informar a Direcção do Partido sobre o sucedido. Andamos uns 5km, quando vimos a viatura do Comandante Koboy a fechar a nossa viatura, os seus Homens manipularam as suas armas e colocaram-nos. Fomos tirados da nossa viatura de uma forma brutal pelo Senhor Koboy, fomos esbofatiado, algemados e jogados na viatura do Segundo Comandante Municipal, e os meus óculos partiram durante a acção brutal destes Comandantes. Fomos até a DPIC, onde o Senhor Job de Almeida, Director Adjunto do SIC, ordenou a nossa Prisão, sem nós sabermos as razões da mesma. Na DPIC, tentaram nos obrigar a tirar as nossas camisas e fomos colocados numa cela com mau cheiro, sem casa de banho, e que mete água quando chove, e naquele dia houve muita chuva, ficamos fechados naquela cela, durante 24h. O Senhor Job de Almeida apreendeu a viatura do Secretario Provincial sem dizer as razões da mesma apreensão. O comportamento destes, parecia que havia um plano macabro para com a mesma viatura.
 Pela terceira vez, este Comandante Koboy, mostrou-se activista Político do mpla e não de Comandante de uma Polícia Republicana. Parecia ser um Comandante das FAPLA a atacar as FALA. É bom que os Efetivos do Comando Provincial da Polícia no Cuando Cubango, saibam que o tempo das FALA e FAPLA acabou! Estamos a 15 anos de paz e a Polícia deve respeitar isso. Mais uma vez, a Polícia, deu cobertura a um Criminoso, que vandalizou os Símbolos da UNITA. Fomos julgados e absolvidos com fundamento ao conhecido princípio IN DUBIO PRO REO, nos termos do artigo 150* do Código de Processo Penal, no dia 09 de Março do ano em curso, e ficou claro, segundo o Juiz da causa, que fomos presos por sermos da UNITA e em Angola ninguém deve ser preso por pertencer a um Partido Político, adiantou o Juíz da Causa. Os incompetentes Comandantes que prenderam-nos, ficaram envergonhados…

HÁ VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS NA COMARCA DO CUANDO CUBANGO.

Depois de termos ficados 24h na Cela da DPIC, fomos transferidos para a comarca do Cuando Cubango onde ficamos durante 8 dias.
Durante a nossa estadia naquele estabelecimento prisional, anotamos varias inregularidades.
Sobre a saúde dos reclusos: Há vários reclusos doentes sem assistência medicamentosa. Na cela onde fui colocado, havia dois doentes graves e não mereceram a assistência medicamentosa. Por exemplo, o Senhor Bernardo Ndala, de 38 anos de idade, detidos a 4 meses, o estado de saude dele é preocupante. Este senhor, em cada segundo vai defecando, o mesmo não lhe dão assisténcia medicamentosa e nem é levado para um hospital. Simplesmente foi colocado na cela 4, onde todos os doentes graves são colocados até que morram. O estabelecimento prisional do Cuando Cubango, não tem viaturas para evacuar os reclusos gravemente doentes, causando a morte de vários reclusos. Segundo, alguns que nos contactaram, 2016 foi o ano em que morreram muitos reclusos. Havia uma media de 3 a 5 mortes por semana, sob olhar atento da Direcção daquele estabelecimento prisional. Por exemplo, na madrugada do dia 31 de Dezembro de 2016, o Senhor Moises Kassela, mais conhecido por Kalai, de 27 anos de idade, chegou a perder a vida, tudo porque lhe foi negado a assistência medica e medicamentosa. Por volta das 22h do dia 31 de Dezembro de 2016, o Senhor Kalai, apanhou uma crise, e logo de imediato, os seus colegas de cela, começaram a pedir ajuda, mais sem sucesso! Simplesmente foram ignorados. O mesmo veio a perder a vida por volta das 0h do dia 01 de Janeiro de 2017 e os agentes só abriram a cela por volta das 5h, oque veio a provocar a ira dos reclusos. Este é apenas um dos varios casos. Há reclusos com várias patologias, tal como muita dor de cabeça, dor de barriga, dor de estomago, infecção urinária e outras patologias, todos sem assistência medicamento. Pude chegar até ao tal posto médico, sem equipamentos e quando fui pra la, não me fizeram nenhum tipo de analise, simplesmente fizeram-me algumas perguntas sobre o que sentia e passaram-me uma receita, que serviu apenas para ficar no bolso, pois eu estava preso e não tinha como comprar os tais medicamentos. Segundo, um dos enfermeiros do mesmo posto, garantiu-me que já estão a 4 meses sem verem os medicamentos destinados para o Posto médico da Comarca. Há rumores de que os mesmo são desviados para uma farmacia privada. Por tanto, isso é só um pouco sobre oque se passa ali.

SOBRE AS CONDIÇÕES DA COMARCA: As condições da Comarca são precarias. Das várias celas que aquele estabelecimento prisional tem, apenas 4 têm casas de banhos com condições minimas. As restantes estão entupidas a quase 1 ano. A água que se usa, é retirada directamente do Rio Cuebe, através de uma eletrobomba, e há vezes que a mesma água vem com muito lixo. No dia 08 de Março do ano em curso, peguei em um bidon e abri a torneira, e a água veio com lixo de descartável de bebes. As celas estão super-lotadas. Celas para 14 reclusos, tem mais de 28. Celas de 24 reclusos, tem mais de 50.
Há reclusos presos a mais de 6 meses, sem julgamento e alguns sem acusação.
Por exemplo:
1. O Jovem Fernando Maria detido a 6 meses por ter roubado 3 litros de óleos.
2. O Jovem Walter Luzolo, detido a 7 meses por ter adquirido meios roubados.
3. O Jovem João Da Costa detido a 7 meses.
4. Henriques Hossi detido a 12 meses
5. Manuel Mukuve detido a 11 meses
6. Maliti Kassanga detido a 10 meses
7. Eduardo detido a 11 meses
8. Manuel Cuando detido a 10 meses
9. Pedro Armando detido a 10 meses
10. Augusto De Mukuve detido a 10 meses
11. Pedro José detido a 11 meses
12. João De Castro 11 de 02 de 2016
13. Manuel Viagem detido a 15 meses
14. O Jovem Santos detido já a 24 meses
Esses são apenas alguns nomes, dos varios existentes. Todos estes estão em prisão preventiva e muitos deles só receberama a acusação com 5 a 8 meses já de prisão. Se olharmos para o artigo 308*, veremos que o prazo maximo da prisão preventiva é de 4 meses.
Na Comarca há um Centro de Formação que não funciona. Quando há visitas, recolhem todos os computadores dos Gabinetes para mostrarem a imprensa, que há condições para a formação profissional dos reclusos. Tudo não passa de uma mentira. Não há nenhum recluso em formação profissional na Comarca do Cuando Cubango.

SOBRE ALIMENTAÇÃO DOS RECLUSO
A logística destinada para os reclusos é desviada para uma cantina dentro da Comarca. Segundo o Director daquele estabelecimento prisional, eles recebem alimentação para 1 mês, mais só pode dar uma refeição por dia. Os reclusos só comem uma vez por dia. Quando aperceberam-se que eramos dirigentes da UNITA e que Eu era Jornalista, começaram a dar almoço e jantar, para tentar nos ludibriar. Vários reclusos ficaram admirados, tanto que eles depois vieram ter connosco para nos agradecer, pois têm passado fome. Por falta de alimentação, eu ví reclusos a comerem cascas de Banana, Mandioca, Caroço de Milho e de abacate, tudo porque há fome na Prisão.
No dia 04 de Março do ano em curso, a Igreja Evangelica Sinodal de Angola-IESA, visitou aquele estabelecimento prisional e trouxe consigo 500 quilos de arroz, e apresentaram publicamente aos reclusos. No final os reclusos receberam apenas 250 quilos, o restante foi desviado para uma cantina dentro da Comarca, onde os reclusos com condiões, podem fazer as suas refeições. La o prato custa 500,00kz. Por tanto tem havido desvios da Logística destinada para os reclusos e desafio a Delegação Provincial do Interior a levantar um inquérito para apurar os factos. Isso se já não têm conhecimento de tudo.
Isso que descrevi aqui, é apenas um pouco de tudo que vimos durante os 9 dias que estivemos detidos. A nossa prisão, serviu para nos intimidar, mais não me deixo intimidar por ninguém! Continuarei a defender a causa dos Angolanos… A atitude deste Comandante Municipal, só mancha o proprio nome da Polícia e veio para mostrar mais uma vez, a incompetência e o activismo político do tal Comandante que levou-nos a Prisão. Todos ficaram envergonhados, pois para o tribunal o mais importante é a legalidade, e a nossa prisão foi ilegal. Fomos julgados e absolvidos nos termos do artigo 150* do Código de Processo Penal.
Bem haja a nossa Justiça!
Bem haja a nossa UNITA!
Bem haja o povo do Cuando Cuabango!
Muito Obrigado

Por:
Júlio Francisco Kambongue
¨Ex-Preso político¨



Numa nota a que o Jornal Menongue informativo teve acesso, o Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política informa à opinião pública nacional e internacional que o Presidente da UNITA, Senhor Isaías Henrique Ngola Samakuva, deixou esta terça-feira, 17 de Janeiro de 2017, a cidade de Luanda, com destino a Washington Distrito da Colombia, onde vai participar nas cerimónias de tomada de posse do 45º Presidente dos Estados Unidos da América, Senhor Donald J. Trump, no dia 20 de Janeiro de 2017.

Luanda, aos 17 de Janeiro de 2017.


O Secretariado Executivo do Comité Permanente

Trata-se da Senhora Cristina Nene Samuel, de 43 anos de idade, nascida na Província do Cuando Cubango, Município Sede.
Cristina Nene Samuel, ingressou nas fileiras da UNITA em 1991, e já desempenhou várias funções, dentre elas a de Coordenadora Provincial da LIMA por duas vezes, Secretaria Provincial para Comunicação e Marketing da LIMA, Secretaria Provincial para Formação de Quadros da UNITA e nomeada Presidente Provincial da LIMA no Cuando Cubango no passado dia 14 de Janeiro de 2017.
O ato de empossamento, foi presidido pela Secretaria Nacional para comunicação e marketing da LIMA Manuela dos P. de Kazoto, em representação da Presidente Nacional Deputada Helena Abel Bonguela.
Durante o seu discurso, Nela Kazoto enalteceu o trabalho desempenhado pela Presidente Cessante, Senhora Eva Intumba, que num período de 3 anos soube desempenhar as suas funções com zelo e determinação, e agora por motivos de saúde teve que deixar o cargo.
“A mãe Eva desempenhou as suas funções com zelo e dedicação, soube responder pronto ás orientações da Direção Nacional da LIMA, assim como do Partido, pelo que, nós agradecemos. Mãe Eva, muito obrigada, e esperamos que tão logo a saúde se restabeleça, venha a desempenhar outras funções no quadro do Secretariado provincial do Partido. A Presidente ora empossada, assume a responsabilidade num momento crucial, num momento em que se exige de todo o militante do partido, maior entrega, porque os desafios são maiores”. disse
Estiverem ainda presentes no ato, o Coordenador Político e Deputado a Assembleia Nacional Manuel Savihemba, a Secretaria Nacional Adjunta para Cooperação Institucional da LIMA Sandra Kakunda e o Secretario Provincial da UNITA no Cuando Cubango Adriano Sapiñala.

O Deputado a Assembleia Nacional e Dirigente da UNITA Manuel Savihemba, trabalhou no fim de semana passado na Província do Cuando Cubango. E em entrevista ao Jornal Menongue Informativo, O Deputado afirmou que a presença da CASA MILITAR nas Províncias do Cuanza sul e Cuando Cubango, é Ilegal.
Para o Deputado da Bancada Parlamentar da UNITA, José Eduardo Dos Santos é um mentiroso, pelo facto de apelar a tolerância e da própria convivência pacífica, enquanto que na prática tem sido outra coisa. O Deputado acusa ainda a CASA de Segurança do Presidente da República, de ser a Principal promotora da intolerância política e de ser a estrutura que se inclina no aliciamento dos Militantes da UNITA.


“Gostava de dizer aqui com toda verdade, a Casa Militar seja no Cuando Cubango ou noutra Província, está a desobedecer a constituição. Porque a constituição é a Bíblia de uma Nação, e a mesma não estabelece forças paralelas. Já temos o Ministério da Defesa e o Ministério do Interior, onde as tropas e a Polícia, constituem já o garante da instabilidade de um País verdadeiramente democrático. O PR na sua área onde reside, já tem os seus guardas, seriam o suficiente eles ficarem ai onde está o presidente da república, logo a Casa militar é ilegal. E o ataque que sofremos em Abril de 2016, no Kakutchi foi perpetrados por eles, que nem deviam ter feito aquilo. Alias, esta mesma Casa militar, perseguiu-nos desde o Rivungo, passamos no Tchipundo, Luiana e na Jamba. Quando saímos da Jamba, para Kakutchi, sempre nos perseguiram, e ai queriam então consumar com o seu objectivo, de criar mais instabilidade neste País que já esta a 14 anos de paz, e no próximo mês de Abril faremos 15 anos”. disse

O Deputado pela Bancada Parlamentar da UNITA, disse ainda que a Casa militar, não é uma instituição que deve se fazer presente nas províncias, pois na Casa de Eduardo dos Santos já existe uma segurança forte, logo não há necessidade de haver uma outra segurança de Eduardo dos Santos noutras Províncias.

“A Casa militar, não é uma instituição que deve se fazer presente nas províncias. Mesmo que o PR fale da própria tolerância, fale da própria convivência pacífica, ele tem estado a mentir a Nação, porque se fosse uma entidade séria essa tal Casa Militar não existiria nas Províncias. Se o Senhor José Eduardo dos Santos, fosse sério, teria destituído já esta estrutura da casa militar que só   promove actos de intolerância política na Província. a casa militar esta a demonstrar que mpla, tem mentido quando fala da Paz, e o dirigente do mpla, é o Senhor José Eduardo Dos Santos, logo o mpla e o seu líder são todos mentirosos e as leis que nós aprovamos na Assembleia Nacional não reconhecem essa casa militar nem mesmo a ODC, por isso essas estruturas paralelas são todas ilegais e violam gravemente a Constituição da República e demais Leis”. Rematou





COMUNICADO FINAL
Sob presidência de sua excelência Dr. Adriano Abel Sapiñala, Secretario Provincial do Partido, ladeado pelo Coordenador das províncias do Bié e Cuando Cubango, Sr. Manuel Savihemba, Deputado à Assembleia Nacional, teve lugar em Menongue de 13 à 14 de Janeiro de 2017, a II Reunião Ordinária do Comité Provincial da UNITA na Província do Cuando Cubango, sob o lema: UNITA – POR ANGOLA E PELOS ANGOLANOS.
A reunião analisou a situação politica, económica, social da província e a vida interna do Partido e torna público o seguinte:
1.      Reconhece a sábia liderança de sua excelência Dr. Isaías Samakuva, Presidente da UNITA na condução dos destinos do partido.
2.      Reitera o engajamento da UNITA para com a paz, estabilidade, progresso e harmonia social na província.
3.      Manifesta o seu pleno regozijo pela adesão em massa dos cidadãos que, ávidos da mudança em Angola, fizeram crescer o número de membros do partido de cerca de 38.050 para 69.750 devidamente certificados no período de 2016, Garantindo desta forma a Vitória da UNITA.

4.      A reunião denuncia a prática levado a cabo pelos dirigentes do MPLA  de aliciar os cidadãos com bens materiais e promessas falsas do emprego.







5.      Apela ao governo da província a por termo de uma vez por todas, as irregularidades registadas durante a primeira fase do registo eleitoral tais como:
a)      Dispersão dos brigadistas;
b)     O não fornecimento de dados por parte dos brigadistas aos fiscais;
c)      Incumprimentos de cronogramas semanais;
d)     Falta de avisos prévios às comunidades onde as brigadas são destinadas.
e)      Alerta os cidadãos para não se deixar intimidar e facultar aos seus cartões de eleitor apenas aos agentes das brigadas de registo devidamente credenciados para efeitos de prova de vida.

f)       Apelar aos cidadãos residentes no cuando cubango, maiores de 18 anos incluindo os que completam 18 anos até Agosto de 2017 para proceder massivamente ao seu registo eleitoral de modo a poderem utilizar a força do seu voto para se mudar a situação vigente em Angola.

6.      Sobre a vida social da província do Cuando Cubango, a reunião deplora com veemência a forma como o governo descrimina a distribuição de água e energia eléctrica as populações sendo esses bens de primeira necessidade e do bem-estar.

7.      Constatou com bastante preocupação a exiguidade de condições médicos e medicamentosos nas unidades hospitalares da província pelo que insta o governo a por cobro a situação.

8.      Repudia o abate indiscriminado da flora e da fauna, pelo que apela ao governo no sentido de evitar, tendo em conta as consequências nefastas a biodiversidade da província.

Menongue, aos 14 de janeiro de 2017.
A II Reunião Ordinária do Comité Provincial




COMUNICADO FINAL
Sob presidência de sua excelência Dr. Adriano Abel Sapiñala, Secretario Provincial do Partido, ladeado pelo Coordenador das províncias do Bié e Cuando Cubango, Sr. Manuel Savihemba, Deputado à Assembleia Nacional, teve lugar em Menongue de 13 à 14 de Janeiro de 2017, a II Reunião Ordinária do Comité Provincial da UNITA na Província do Cuando Cubango, sob o lema: UNITA – POR ANGOLA E PELOS ANGOLANOS.
A reunião analisou a situação politica, económica, social da província e a vida interna do Partido e torna público o seguinte:
1.      Reconhece a sábia liderança de sua excelência Dr. Isaías Samakuva, Presidente da UNITA na condução dos destinos do partido.
2.      Reitera o engajamento da UNITA para com a paz, estabilidade, progresso e harmonia social na província.
3.      Manifesta o seu pleno regozijo pela adesão em massa dos cidadãos que, ávidos da mudança em Angola, fizeram crescer o número de membros do partido de cerca de 38.050 para 69.750 devidamente certificados no período de 2016, Garantindo desta forma a Vitória da UNITA.

4.      A reunião denuncia a prática levado a cabo pelos dirigentes do MPLA  de aliciar os cidadãos com bens materiais e promessas falsas do emprego.







5.      Apela ao governo da província a por termo de uma vez por todas, as irregularidades registadas durante a primeira fase do registo eleitoral tais como:
a)      Dispersão dos brigadistas;
b)     O não fornecimento de dados por parte dos brigadistas aos fiscais;
c)      Incumprimentos de cronogramas semanais;
d)     Falta de avisos prévios às comunidades onde as brigadas são destinadas.
e)      Alerta os cidadãos para não se deixar intimidar e facultar aos seus cartões de eleitor apenas aos agentes das brigadas de registo devidamente credenciados para efeitos de prova de vida.

f)       Apelar aos cidadãos residentes no cuando cubango, maiores de 18 anos incluindo os que completam 18 anos até Agosto de 2017 para proceder massivamente ao seu registo eleitoral de modo a poderem utilizar a força do seu voto para se mudar a situação vigente em Angola.

6.      Sobre a vida social da província do Cuando Cubango, a reunião deplora com veemência a forma como o governo descrimina a distribuição de água e energia eléctrica as populações sendo esses bens de primeira necessidade e do bem-estar.

7.      Constatou com bastante preocupação a exiguidade de condições médicos e medicamentosos nas unidades hospitalares da província pelo que insta o governo a por cobro a situação.

8.      Repudia o abate indiscriminado da flora e da fauna, pelo que apela ao governo no sentido de evitar, tendo em conta as consequências nefastas a biodiversidade da província.

Menongue, aos 14 de janeiro de 2017.
A II Reunião Ordinária do Comité Provincial


Mensagens antigas Página inicial

ABOUT AUTHOR

Follow us

Jornal Menongue Informativo

  • CUANDO CUBANGO A NOSSA PROVÍNCIA
    Cuando-Cubango   é uma   província   de   Angola , situada no sudeste do país...
  • Esposa de general Ndalu promovida a brigadeiro
    Lisboa  - O Presidente José Eduardo dos Santos promoveu recentemente e licenciou a reforma por limite de idade a cidadã...
  • JONAS SAVIMBI, UMA VIDA POR ANGOLA E PELOS ANGOLANOS.
    O Dr. Jonas Malheiro Savimbi nasceu em 1934, no Munhango, Província do Bié, quando o seu pai estava aí colocado ao serviço dos Caminhos d...
  • Obama convida José Eduardo dos Santos para conferência nos EUA.
    AddThis Sharing Buttons Share to Facebo José Eduardo dos Santos [Jornal Menongue Informativo] A conferência internacional sobr...
  • Secretário-geral da UNITA reúne com a Ministra Conselheira da Embaixada dos EUA.
    Delegações da UNITA e da Embaixada dos Estados Unidos em Angola estiveram reunidas esta terça-feira, 2 de Agosto de 2016, na se...
  • Presidente Samakuva no Ministério dos Negócios Estrangeiro e com a Transparência Internacional.
    No âmbito da sua agenda diplomática na República Federal Alemã, o Presidente da UNITA e sua delegação mantiveram, no dia 2 de Agosto d...
  • DISCURSO DE ABERTURA DA IIIª REUNIAO ORDINARIA DO COMITE NACIONAL DA JURA
    Excelência, Secretário Geral da JURA, Dr Paulo bartolomeu Alicerces Mango Dignissimo Secretário Provincial da UNITA no kuando k...
  • ESTUDANTES PREOCUPADOS COM A HISTÓRIA DE ANGOLA.
    Menongue- O Secretário Provincial da UNITA no Cuando Cubango Adriano Abel Sapinala, recebeu na manhã desta quinta-feira 23 de Março de 201...
  • SECRETÁRIO PROVINCIAL CONSTATA CONDIÇÕES NO ESTÁDIO MUNICIPAL DO MENONGUE, PARA O ACTO DO DIA 25 DE MARÇO.
    O Secretário Provincial da UNITA no Cuando Cubango  Adriano Sapiñala , constatou na tarde desta Quarta-feira, 22 de Março,...
  • Localizado o pacote legislativo da comunicação social - Reginaldo Silva
    Luanda   - [NE- A semana passada/sexta-feira quando estampamos este texto no “PAÍS”, ainda não sabíamos exatamente o que se viria a...

Advertisement

FOLLOW US @ INSTAGRAM

About Me

Popular Posts

  • CUANDO CUBANGO A NOSSA PROVÍNCIA
    Cuando-Cubango   é uma   província   de   Angola , situada no sudeste do país...
  • Esposa de general Ndalu promovida a brigadeiro
    Lisboa  - O Presidente José Eduardo dos Santos promoveu recentemente e licenciou a reforma por limite de idade a cidadã...
  • JONAS SAVIMBI, UMA VIDA POR ANGOLA E PELOS ANGOLANOS.
    O Dr. Jonas Malheiro Savimbi nasceu em 1934, no Munhango, Província do Bié, quando o seu pai estava aí colocado ao serviço dos Caminhos d...

Advertisement

Copyright © 2016 Jornal Menongue Informativo. Criado por: Chilulo Design & 2018